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A história da educação dos surdos no Brasil e a sua trajetória até culminar com a Lei que oficializa a Libras no Brasil tem seu início no ano de 1855 com a chegada do educador francês E. Huet. Alguns anos depois, precisamente em 1880, a comunidade surda sofreu um grande impacto com o resultado do Congresso de Milão, que proibiu o uso de línguas de sinais no mundo, inclusive no Brasil. Sobre a Educação do Surdo no Brasil e a trajetória da Libras, assinale a alternativa correta.
Cada país tem seu próprio alfabeto manual, assim como as línguas de sinais. No entanto o alfabeto manual e a Língua Gestual Portuguesa (LGP) são muito semelhantes à língua brasileira de sinais.
A Libras tem sua origem na Língua de Sinais Francesa (LSF), que foi trazida ao Brasil pelo professor surdo Flausino José da Gama, em 1857.
Aproximadamente na década de 1990, renasce, no Brasil, o uso dos sinais, com a filosofia educacional chamada Comunicação Total, possibilitando novos caminhos até chegar ao reconhecimento e à oficialização da Libras, o que gerou novos paradigmas e resultou no modelo educacional bilíngue para surdos.
O Decreto n° 6.526, de 22 de dezembro de 2015, o qual regulamenta a Lei da Libras n° 10.436/2002, é um documento específico sobre o uso e a difusão da Libras como uma língua oficial no país.
Um dos nomes mais significativos na educação dos surdos no Brasil foi o padre l’Épée. Ele elaborou uma série de sinais para comunicar-se com os surdos e fundou a escola que ficou conhecida como Instituto de Surdos-Mudos, conhecido hoje como Ines.