

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o trecho retirado da tese de doutorado de Maria do Socorro Correia Lima (2004), intitulada Surdez, bilinguismo e inclusão: entre o dito, o pretendido e o feito: “No caso do bilinguismo da criança ouvinte, ela convive com duas ou mais línguas faladas, desde a mais tenra idade. Já o surdo filho de pais ouvintes não é exposto precocemente aos sinais, haja vista que a família nem sempre demonstra interesse pela língua de sinais.” (p. 201).
Fonte: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/185053/
LIMA%20Maria%20do%20Socorro%20Correia%202004%20
%28tese%29%20UNICAMP.pdf?sequence=1&isAllowed=y
Sobre a educação bilíngue para crianças surdas é correto afirmar, EXCETO que
o atraso na aquisição de uma língua de sinais por crianças surdas, desde a primeira infância, pode gerar prejuízos linguísticos, cognitivos e sociais a estes sujeitos.
a aquisição precoce da língua de sinais favorece a aquisição na modalidade escrita do português.
Nem sempre a criança surda chega à escola com uma língua de sinais estruturada, fato que nos permite afirmar que este sujeito, caso não haja uma interversão, não terá a oportunidade de construir uma condição bilíngue.
É comum que crianças surdas, filhas de pais ouvintes, não sejam expostas à língua de sinais em idade precoce, inclusiva, sendo rejeitada pelos pais. Neste sentido a língua de sinais não pode ser considerada a primeira língua dessas pessoas.
No contexto de sala de aula, dentro da proposta bilíngue, entende-se que a língua portuguesa e a língua de sinais podem coexistir de forma concomitante, utilizadas intercaladamente, caracterizando, assim, o uso de sinais superpostos à fala.