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De acordo com a Produtora Fluindo Libras a peça de Teatro: “Surdo, logo existo”:
[...] narra pontos históricos da proibição da língua de sinais pelo Congresso Mundial de Professores de Alunos Surdos, em Milão, em 1880, e a tomada do corpo surdo como anormal e objeto da ciência moderna. O espetáculo é composto por esquetes que apresentam diversas cenas do cotidiano das pessoas surdas, apresentando aspectos do histórico de opressão da comunidade surda e as diferentes camadas de violências em contextos dominados pela estrutura ouvinte, da literatura filosófica à instituição médica e jurídica, apresenta-se a sistemática exclusão de pessoas surdas numa textualidade corporal e visual, A história é apresentada em língua de sinais de forma poética e visual, sem a “necessidade” de intérprete para ouvintes.”5 (Fluindo Libras, 2024, s/p).
Figura: Atores surdos da peça: Surdo, logo existo.

Fonte: Fluindo Libras (2024)
5 Disponível em: https://fluindoLibras.com.br/index.php/surdo-logo-existo/ acesso em 09/01/2025;
Quanto a notícia é CORRETO afirmar:
Pessoas surdas nunca tiveram sua língua proibida, por isso os ouvintes sabem a língua de sinais.
Os intérpretes, tradutores e guia-intérpretes não precisam atuar em nenhuma peça teatral, pois o público pode compreender o contexto cênico de qualquer espetáculo.
No Congresso Mundial de Professores de Alunos Surdos, realizado em Milão, em 1880, trouxe avanços para os direitos humanos das pessoas surdas.
Não são apresentados aspectos do histórico de opressão da comunidade surda na peça “Surdo, logo existo”.
A peça não precisa de intérpretes, pois os espectadores surdos e ouvintes podem compreender o contexto e o conteúdo da obra, já que os atores e atrizes surdos utilizam recursos poéticos e visuais de Libras.