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O aluno com surdez “Y”, que frequenta o 8º ano da Educação Básica, teve uma produção textual avaliada pelo professor de português como insuficiente. A família procurou esclarecimentos junto à escola, obtendo um relatório que se resume às seguintes observações: “Y” conhece superficialmente o processo de formação das palavras e acaba utilizando substantivo no lugar de adjetivo e vice-versa; omite muitos verbos; usa inadequadamente as desinências nominais e verbais; desconhece grande parte das irregularidades verbais; emprega poucas preposições e conjunções ou o faz inadequadamente. Além disso, tudo leva a crer que “Y” desconhece a maioria das regras de estruturação da língua portuguesa. Tendo em vista a análise da situação-problema hipoteticamente evidenciada, é consistente que:
A linguagem em seus aspectos morfossintáticos foi avaliada com mais flexibilidade, destacando o essencial.
O emprego de estratégias e recursos coesivos não foi abordado, embora seja crucial para a progressão textual.
A avaliação dos conhecimentos valeu-se de critérios compatíveis com as características inerentes ao educando.
O conteúdo, é nível semântico e o aspecto cognitivo da linguagem, coerência e sequência lógica, foram preteridos.