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A formação do tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa no Brasil passou por importantes transformações nos últimos anos, sobretudo no que se refere à profissionalização e ao reconhecimento da necessidade de formação em nível superior. Gontijo (2025), em sua pesquisa intitulada “Políticas de Tradução e Interpretação: os intérpretes de Libras no ensino superior”, discute os desafios e os contextos sociopolíticos que moldam essa formação profissional, destacando a importância de currículos que articulem linguística, prática tradutória e reflexões críticas sobre inclusão e direitos linguísticos. A partir disso, pode-se defender que o(a):
formação em nível superior para tradutores/intérpretes de Libras deve integrar competências linguísticas, tradutórias, éticas e conhecimento dos contextos sociais em que a atuação ocorre
formação acadêmica é indiferente à construção de competências para atuação em modos de interpretação como a simultânea ou a consecutiva
estudo de contextos sociopolíticos não é relevante para a prática profi ssional, bastando a prática de sala de aula
Formação profissional não precisa considerar questões de direitos linguísticos nem políticas públicas de inclusão.
formação superior pode limitar-se à profi ciência em Libras, sem necessidade de estudo sobre teoria da tradução