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No estudo de Albres e Kelm (2020) sobre a atuação de intérpretes educacionais, e considerando as relações de causa e consequência que justificam o trabalho em equipe, assinale a alternativa correta.
A complexidade do ambiente escolar obriga que a interação do aluno surdo ocorra prioritariamente com o intérprete educacional, o que demanda o revezamento estruturado para suprir as instruções diretas do professor.
A adoção de turnos de trabalho na interpretação visa garantir que o profissional na função de apoio se abstenha de envolvimento cognitivo, protegendo-o da fadiga mental atrelada ao gênero aula.
A presença de equipes em aulas técnicas e expositivas anula os descompassos de entendimento entre surdos e ouvintes, assegurando uma transposição linguística isenta de tensões ou conflitos culturais.
A configuração dialógica e multifocal das aulas impõe tarefas acessórias de mediação que, quando executadas por um único profissional, tendem a obstruir o fluxo interacional e deslocar o estudante.