A publicação da grafia Braille para a língua portuguesa pelo
Ministério da Educação reafirmou compromisso com a formação
intelectual, profissional e cultural do cidadão cego brasileiro,
contribuindo para a unificação da grafia Braille nos países de língua
portuguesa, conforme recomendação da União Mundial de Cegos
(UMC) e UNESCO. Esse documento normativo e de consulta é
destinado especialmente a
A
professores, transcritores e pedagogos.
B
usuários do Sistema Braille e informáticos.
C
professores, alunos, transcritores, revisores e usuários do
Sistema Braille.
D
transcritores, revisores, diretores e agentes escolares.