Questões de Concurso sobre Braile

 
 
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No behaviorismo, o comportamento é proposto como objeto de estudo da psicologia. O principal líder do movimento que formalizou e organizou essa teoria, rejeitando conceitos mentalistas, foi:


A

Lev Vygotsky.


B

John B. Watson.


C

Jean Piaget.


D

B. F. Skinner.


E

Edward Thorndike.

Na tabela de sinais de pontuação da simbologia braille, o hífen é estruturado pela combinação específica dos pontos:


A

(3).


B

(25).


C

(23).


D

(36).


E

(36 36).

Para possibilitar o corte e a leitura correta de expressões informáticas longas que excedem o tamanho da linha braille, utiliza-se o sinal de translineação. Segundo a normativa técnica, este sinal é constituído exclusivamente pelo ponto:


A

(3).


B

(4).


C

(5).


D

(6).


E

(9).

Na Grafia Braille para a Língua Portuguesa, a representação de letras maiúsculas é feita antepondo-se à letra minúscula correspondente o sinal prefixo formado pelos pontos:


A

(56).


B

(3456).


C

(46).


D

(35).


E

(456).

A consolidação do sistema Braille, desenvolvido por Louis Braille, representou uma ruptura paradigmática na história da educação de pessoas cegas porque:


A

instituiu um código que substituiu definitivamente a linguagem oral no processo educativo


B

simplificou o conteúdo escolar para torná-lo compatível com a percepção tátil


C

transferiu o controle do acesso à leitura para o aluno, ampliando a autonomia intelectual


D

restringiu a alfabetização ao domínio de sinais convencionais internacionais

O Sistema Braille possui uma lógica estrutural baseada na cela de seis pontos. Sobre a formação dos números e sinais exclusivos no Braille, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__) No Sistema Braille, não existem caracteres específicos exclusivos para os algarismos de 1 a 0; os números são representados pelas letras de 'a' a 'j' (1ª série de sinais) precedidas pelo sinal de número (ble), que modifica o significado da letra seguinte para numeral.

(__) O sinal de número (ble) é formado pelos pontos 3, 4, 5 e 6 preenchidos na cela, sendo indispensável para diferenciar, por exemplo, a letra 'a' (ponto 1) do número '1' (sinal de número + ponto 1).

(__) A cela Braille é numerada de cima para baixo e da esquerda para a direita: coluna da esquerda pontos 1, 2, 3 e coluna da direita pontos 4, 5, 6.

(__) Os números no Braille são representados pelos pontos da parte inferior da cela (pontos 2, 3, 5, 6) para evitar confusão com as letras, não necessitando de nenhum sinal prefixo.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, F, V, V.


B

V, V, V, F.


C

F, V, V, F.


D

V, F, F, V.

Na Grafia Química Braille para Uso no Brasil, a representação dos elementos químicos em fórmulas de substâncias deve ser transcrita:


A

com caixa alta obrigatória.


B

sem utilização de caixa alta.


C

com caixa alta apenas no primeiro elemento.


D

em caixa alta quando houver mais de dois elementos.


E

alternando caixa alta e baixa entre os elementos.

O sinal braille utilizado para indicar variantes tipográficas, como itálico, negrito e sublinhado, antecedendo e seguindo imediatamente o elemento a ser destacado, é representado pelos pontos:


A

(45).


B

(25).


C

(56).


D

(35).


E

(46).

Conforme a orientação metodológica para a escrita de números no soroban, no método ocidental, o registro de qualquer numeral na régua deve ser executado obrigatoriamente:


A

A partir de sua ordem mais elevada.


B

Da direita para a esquerda, iniciando pela unidade.


C

A partir do centro da régua para as extremidades.


D

Exclusivamente nas classes ímpares (1ª, 3ª, 5ª).


E

Iniciando sempre pela classe dos decimais.

Na representação Braille das ligações químicas horizontais, a ligação dupla (=) é transcrita utilizando os pontos:


A

5 2


B

56 23


C

456 123


D

34 34


E

16 16

Em Braille, a célula básica utilizada para a formação de letras, números e sinais é organizada em duas colunas verticais, com três pontos em cada coluna. A numeração desses pontos segue uma ordem padronizada. Assinale a alternativa que indica corretamente a posição dos pontos da coluna esquerda, de cima para baixo.


A

1 – 2 – 3


B

1 – 3 – 5


C

2 – 4 – 6


D

4 – 5 – 6


E

2 – 3 – 6

A fonologia da Libras organiza-se a partir de parâmetros visuais-espaciais, como configuração de mão, ponto de articulação, movimento, orientação e expressões não manuais. A alteração de um desses parâmetros pode gerar mudança de significado, caracterizando pares mínimos na língua.


Assinale a alternativa correta.


A

A variação de parâmetros pode alterar o significado dos sinais..


B

Os parâmetros da Libras são equivalentes aos fonemas sonoros do português.


C

A Libras não apresenta estrutura fonológica sistemática


D

A fonologia da Libras limita-se à configuração das mãos.

Um aluno cego enfrenta desafios ao ler gráficos estatísticos. O professor mantém os objetivos curriculares e utiliza gráficos em relevo, descrição oral e trabalho em duplas para interpretação dos dados. Essa prática expressa um princípio pedagógico de:


A

adaptação metodológica que assegura acesso ao conteúdo sem reduzir expectativas conceituais


B

flexibilização curricular com redefinição dos objetivos de aprendizagem para garantir o desenvolvimento individual


C

substituição de conteúdos abstratos por experiências concretas equivalentes


D

individualização do ensino baseada no diagnóstico clínico do estudante

Em uma escola inclusiva, o professor organiza atividades regulares e progressivas de leitura e escrita em Braille, integradas às demais disciplinas. Ele afirma que o ensino do Braille não deve ser tratado como atividade ocasional ou apenas como apoio. Essa posição indica que o Braille deve ser entendido como:


A

recurso usado apenas quando necessário para leitura de textos impressos


B

intervenção terapêutica para adaptação funcional do estudante


C

atividade paralela voltada ao treino sensorial fora da rotina escolar


D

processo de alfabetização específico, integrado ao currículo escolar

No campo da aquisição de segunda língua (L2), diferentes modelos teóricos explicam o desenvolvimento linguístico a partir de diferentes ênfases. A alternativa que associa corretamente cada modelo às suas ideias centrais é a seguinte:


A

Inatista (Krashen): conhecimento explícito/implícito e automatização; Cognitivo (McLaughlin/Bialystok): filtro afetivo e insumo i+1; Socioconstrutivista (Vygotsky/Long): correção explícita de regras como eixo do aprendizado


B

Inatista (Krashen): interação e negociação de significados; Cognitivo (McLaughlin/Bialystok): aquisição subconsciente por exposição; Socioconstrutivista (Vygotsky/Long): monitoramento consciente de regras como base da fluência


C

Inatista (Krashen): aquisição versus aprendizagem, insumo compreensível (i+1) e filtro afetivo; Cognitivo (McLaughlin/Bialystok): processamento controlado/automático e conhecimento explícito/implícito; Socioconstrutivista (Vygotsky/Long): interação e negociação de significados para tornar o insumo compreensível


D

Inatista (Krashen): aprendizagem apenas consciente; Cognitivo (McLaughlin/Bialystok): rejeição à distinção entre controlado e automático; Socioconstrutivista (Vygotsky/Long): dispensa de interação, priorizando estudo individual

O conceito de desenho universal para a aprendizagem (DUA) aplicado ao ensino do Braille sugere que os materiais didáticos devem ser:


A

simplificados ao máximo para que o professor não tenha trabalho extra na preparação


B

criados apenas sob demanda, após a matrícula de um aluno com deficiência na escola


C

pensados desde a concepção para serem acessíveis ao maior número possível de estudantes


D

adquiridos prontos de editoras, sem possibilidade de alteração indevida pelo docente

Uma aluna surdocega demonstra insegurança quando a rotina muda sem aviso. A equipe, então, introduz objetos de referência e antecipação tátil das atividades. Essa intervenção fundamenta-se na ideia de que o desenvolvimento da comunicação depende de:


A

repetição sistemática de estímulos sensoriais isolados


B

ampliação do vocabulário oral mediado pelo professor


C

exposição constante a novas experiências sensoriais


D

previsibilidade contextual para construção de significados compartilhados

De acordo com a estenografia e a simbologia técnica definida na Grafia Braille para Informática, o caractere "barra invertida" (backslash), frequentemente utilizado em caminhos de diretórios de sistemas operacionais, é representado pela cela braille com a configuração de pontos:


A

(256).


B

(156).


C

(35).


D

(53).


E

(1256).

Na Grafia Braille para a Informática, para evitar ambiguidades em textos convencionais, utilizase um sinal específico para marcar o início e o fim de expressões computacionais (endereços de internet, comandos, e-mails). O sinal delimitador de contexto informático é representado pelos pontos:


A

(5 2).


B

(5 6).


C

(4 6).


D

(5 2 3).


E

(3 4 5).

 
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