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TEXTO PARA AS QUESTÕES 11 E 12.
Diferença de salários entre homens e mulheres caiu em quatro anos
Entre 2013 e 2017, o salário médio das mulheres cresceu 4,4%, enquanto o dos homens teve alta de 0,9% no período. Com isso, elas passaram a receber, em média, 85,1% dos salários deles em 2017, o que significa uma redução da desigualdade salarial, já que em 2013 este número era de 82,3%. Os dados são do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
Remuneração Média em 2017
(profissionais com Ensino Superior)
HOMENS R$ 7678,53
MULHERES R$ 4949,14 (58,9% dos profissionais no mercado de trabalho)
Obs.: No ano de 2017, entre as pessoas no mercado de trabalho, 29,7% das mulheres e 16,3% dos homens tinham ensino superior completo.
Taxas da participação feminina em algumas áreas
Saúde | 76,6% |
Ensino | 62,6% |
Indústria Têxtil | 61,8% |
Administração Pública | 58,5% |
Obs.: destaca-se o crescimento de 1,5% de participação na construção civil.
Taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho, por região

Os maiores crescimentos nas taxas de participação feminina nos últimos cinco anos foram observados nos estados do Amapá (3,6%), Alagoas (3,2%) e Piauí (2,8%).
Disponível em:em:<https://www.gov.br/pt-br/noticias/trabalho-e-previdencia/2019/03/diferenca-de-salarios-entre-homens-e-mulheres-caiu-em-quatro-anos>.. Acesso em 11/08/2019. Texto adaptado.
Ainda segundo as informações do texto, conclui-se que
76,6% das mulheres trabalham na área de saúde.
na área de ensino, 62,6% dos profissionais são mulheres.
54,3% dos homens que trabalham são da região Sul.
as mulheres são maioria no mercado de trabalho.
a taxa de participação feminina nos últimos cinco anos cresceu 6% na região Nordeste.