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JOVENS CAMICASES Cresce o número de adolescentes que fazem...

JOVENS CAMICASES


Cresce o número de adolescentes que fazem sexo sem preservativos, numa perigosa mudança comportamental.


Era uma vez, nos idos dos anos 90 do século passado, uma doença, a aids, que no rastro de sua dramática expansão impôs mudanças no comportamento sexual — o medo da contaminação fez reduzir o número de parceiros e levou às carteiras e bolsas o preservativo, item que rapidamente virou peça obrigatória para uma geração que entrava na fase adulta. Bastou que a epidemia fosse controlada — à exceção de bolsões paupérrimos da África — e que os medicamentos antirretrovirais tivessem ampla distribuição para o pavor recuar. E no vácuo desse recuo, veio o desleixo nos necessários cuidados. Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feita com mais de 100 000 adolescentes, com idades entre 13 e 15 anos, mostra que, em 2015, 66% tinham usado camisinha na última relação sexual — uma redução preocupante em relação a 2012, quando 75% revelaram ter posto o objeto.

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VEJA. Ed. 2514 – n. 4. 25 jan. 2017 (adaptado).


Do gráfico, infere-se que o número de casos de aids por 100 000 habitantes entre jovens brasileiros de 15 a 19 anos aumentou, de 2006 para 2015, aproximadamente,


A

40%.


B

48%.


C

71%.


D

107%.


E

113%.