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A respeito da história da álgebra, Eves (2004, p. 206) afirma que “Primeiro se tem a álgebra retórica em que os argumentos da resolução de um problema são escritos em prosa pura, sem abreviações ou símbolos específicos. A seguir vem a álgebra sincopada em que se adotam abreviações para algumas das quantidades e operações que se repetem mais frequentemente. Finalmente chega-se ao último estágio, o da álgebra simbólica, em que as resoluções se expressam numa espécie de taquigrafia matemática formada de símbolos que aparentemente nada têm a ver com os entes que representam”. É através da álgebra que dois dos mais importantes conceitos matemáticos, o de incógnita e o de variável, vão sendo aprofundados nas aulas de matemática. Em relação à história da palavra álgebra e de seu uso na matemática, é correto afirmar que:
O termo álgebra foi introduzido na matemática ainda na Antiguidade, por Euclides e, posteriormente, ganhou força no decorrer da Idade Média.
O termo álgebra e os símbolos algébricos, como o sinal de igualdade, e o uso de letras para indicar incógnitas e constantes foram introduzidos por Diofanto.
A origem do termo álgebra se dá a partir do título de um tratado do matemático árabe Mohammed ibn Musâ Al-Khowârizmí.
O termo álgebra surge pela primeira vez no século XVI, com a introdução dos primeiros símbolos matemáticos por Roberto Recorde, Christoff Rudolff e Michael Stifel.
O termo álgebra surge pela primeira vez no século XVII, com René Descartes, com a convenção de se usar as últimas letras do alfabeto para indicar as incógnitas e as primeiras para as constantes.