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Enquanto um ser está vivo, a quantidade de carbono 14 nele...

Enquanto um ser está vivo, a quantidade de carbono 14 nele existente não se altera. Quando ele morre, essa quantidade vai diminuindo. Sabe-se que a meia-vida do carbono 14 é de 5 730 anos, ou seja, num fóssil de um organismo que morreu há 5 730 anos haverá metade do carbono 14 que existia quando ele estava vivo. Assim, cientistas e arqueólogos usam a seguinte fórmula para saber a idade de um fóssil encontrado: Q (t) = Q0 ∙ 2 − em que t é o tempo, medido em ano, Q (t) é a quantidade de carbono 14 medida no instante t e Q0 é a quantidade de carbono 14 no ser vivo correspondente.

Um grupo de arqueólogos, numa de suas expedições, encontrou 5 fósseis de espécies conhecidas e mediram a quantidade de carbono 14 neles existente. Na tabela temos esses valores juntamente com a quantidade de carbono 14 nas referidas espécies vivas.

Fóssil

Q0

Q(t)

1

128

32

2

256

8

3

512

64

4

1 024

512

5

2 048

128

O fóssil mais antigo encontrado nessa expedição foi


A

1.


B

2.


C

3.


D

4.


E

5.