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Estudos como os de Lerner e Sadovsky (1996), por exemplo, mostram que as crianças constroem hipóteses de escrita numérica com base nas regularidades que observam nas suas vivências, mesmo fora da sala de aula. Com base na investigação dessas autoras, a professora Lígia descreveu para seus colegas a seguinte intervenção:
“Propus um ditado de números e Diogo escreveu corretamente o número dois mil, mas escreveu duzentos e trinta e um da seguinte forma: 200301. Aproveitei essa informação e perguntei ao aluno: qual número você acha que é maior: 231 ou o número 2000? Diogo respondeu que o número 2000 era o maior. Em seguida, pedi que comparasse as escritas dos números 2000 e 200301 e perguntei novamente, qual seria o maior. Percebi que ele ficou em dúvida. Dessa forma, discuti a grafia do 231 a partir da análise de outras grafias corretas de números da ordem de centenas que ele conhecia.”
Analisando a descrição da professora, é possível perceber que ela preparou sua intervenção por conhecer as hipóteses elaboradas pelas crianças identificadas por Lerner e Sadovsky. Assinale a alternativa em que se encontram essas hipóteses.
O papel da numeração falada; a quantidade de zeros de um número; a posição dos algarismos como critérios de comparação.
A existência de alguns números especiais denominados nós; a quantidade de zeros de um número; a quantidade de algarismos e magnitude do número.
A posição dos algarismos como critérios de comparação; o papel da numeração falada; a quantidade de algarismos e magnitude do número.
A existência de alguns números especiais denominados nós; o papel da numeração falada; a posição dos algarismos como critérios de comparação.
A quantidade de algarismos e magnitude do número; a existência de alguns números especiais denominados nós; o papel da numeração falada.