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A encefalopatia hipóxico-isquêmica é uma síndrome clínica com manifestações de intensidade variáveis. O tratamento imediato, visando interromper a cascata de eventos fisiopatológicos que causam a morte do neurônio, deve basear-se em, exceto:
Evitar a hiperglicemia, que poderia causar elevação do lactato cerebral, lesão celular, aumento do edema intracelular e vários distúrbios na regulação do tônus vascular cerebral.
Evitar a hiperóxia, que poderia promover redução no fluxo sanguíneo cerebral e/ou potencializar a lesão causada pelos radicais livres.
Evitar a hipoventilação, que poderia levar à hipocapnia excessiva, o que poderia reduzir o fluxo sanguíneo cerebral.
Posicionar a cabeça do RN na linha média, com aclive de cerca de 30 graus, para prevenir diferenças de fluxo de perfusão entre os hemisférios.
Promover a hipotermia, se indicada, com o objetivo de reduzir sequelas neurológicas e melhorar a sobrevida dos RN.