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Algum tempo depois, a referida foi submetida a ooforectomia...

Considere o caso clínico a seguir para responder às questões 56 e 57.

Paciente de 38 anos de idade, portadora de microcalcificações extensas na mama esquerda com diagnóstico de CDis (carcinoma ductal in situ) multicêntrico. Em 2017, foi submetida à mastectomia poupadora de pele à esquerda, com reconstrução imediata e pesquisa de linfonodo sentinela, tendo iniciado hormonioterapia adjuvante com tamoxifeno, fazendo uso deste até o momento. Há duas semanas notou nódulo abaixo da cicatriz da neomama esquerda de 2 cm, não fixo a planos profundos, linfonodo axilar endurecido e móvel ipsilateral de 1,5 cm. Core biópsia do nódulo evidenciou carcinoma mamário invasivo SOE - luminal B (HER2 negativo) e a punção com agulha fina do linfonodo suspeito foi positiva para células neoplásicas. Sem evidência de metástase à distância nos exames de estadiamento.

Algum tempo depois, a referida foi submetida a ooforectomia bilateral e manteve hormonioterapia adjuvante com anastrozol por 1 O anos. Evoluiu com dor em região lombar, sem alteração sensitiva em MMII, sendo diagnosticada com doença óssea metastática em coluna lombar (L4 ). O tratamento mais adequado é:


A

ressacção da vértebra comprometida.


B

radioterapia local.


C

radioterapia local, ácido zoledrônico e inibidor da via mTOR.


D

quimioterapia com Perjeta®.