

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Doutora Lúcia é pediatra no município de Juazeiro do Norte e atendeu, em seu consultório, adolescente de 14 anos, sua cliente desde os 12 anos. Ela foi acompanhada de seu namorado, de 17 anos. A médica toma conhecimento de que a menina está grávida. A paciente solicita orientação e sigilo, principalmente com relação a seus pais e familiares. A pediatra tenta convencê-la de que o melhor é que seus pais saibam para que os ajudem, explicando as dificuldades e os riscos da gravidez naquela idade. O casal não concorda afirmando ter condições de resolver seus próprios problemas. A pediatra tenta mais uma vez sem sucesso convencê-la e informa ao casal que irá comunicar o fato aos pais da paciente. Logo que o casal sai, o médico telefona para a mãe da adolescente e relata o fato. Diz que assim o faz, pois avalia ser sua paciente portadora de grande instabilidade emocional, o que pode colocar em risco sua saúde ou sua vida. Com relação ao CEM e ao ECA a médica
desrespeitou o CEM e o ECA, pois em nenhuma hipótese poderia ter quebrado o sigilo médico.
agiu corretamente, pois a idade do paciente impunha a comunicação da gravidez a seus responsáveis legais.
agiu corretamente, pois a não-revelação poderia ocasionar dano ao paciente, segundo seus conhecimentos sobre o mesmo.
procedeu corretamente, pois a decisão da quebra do sigilo independe da capacidade do adolescente conduzir-se por seus próprios meios.
desrespeitou o CEM e o ECA, pois todo adolescente tem direito ao sigilo, já que tem capacidade de avaliar e solucionar os seus problemas.