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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente, sexo masculino, 70 anos de idade, internado com quadro de síncope e mal-estar. Autorização de internação hospitalar (AIH) para tratamento clínico de arritmias. O ECG evidenciou BAVT. No dia da internação, foi submetido a implante de marca-passo temporário. No quinto dia de internação, foi realizado implante de marca-passo definitivo.
Levando-se em conta o quadro clínico, os procedimentos realizados e os dados do SIGTAP (permanência de quatro dias para tratamento de arritmia), é correto afirmar que
a mudança de procedimento de tratamento clínico de arritmias pode ser realizada para implante de marca-passo temporário, além de solicitar nova AIH para implante de marca-passo definitivo, cobrando assim duas contas hospitalares.
o marca-passo definitivo (OPME) utilizado deverá ser cobrado como procedimento principal, e não procedimento especial na AIH de implante de marca-passo.
o marca-passo temporário (OPME) não poderá ser pago em hipótese alguma, uma vez que será cobrado o marca-passo definitivo (OPME) implantado no quinto dia de internação.
a conta será glosada integralmente, pois não foi autorizada previamente pelo supervisor hospitalar.