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Paciente com histórico de implante de stent farmacológico de primeira geração no terço médio da artéria circunflexa há 9 meses. Procedimento foi realizado por angina estável porém com baixa carga e demonstração pela cintilografia de 13% de isquemia em parede lateral e lesão longa de 90% na Cx. Na ocasião não haviam outras lesões na coronariografia. Paciente vinha bem, no entanto deu entrada no serviço de emergência com história de dor precordial leve aos esforços no último mês e aumento importante algumas horas antes da chegada ao serviço de emergência. Na chegada a dor já era leve e os 3 ECGs realizados dentro da primeira hora identificaram alteração dinâmica por inversão de onda T nas derivações D1 e aVL no segundo ECG e normalizando no terceiro ECG, sem sinais de zona eletricamente inativa. Baseado na história do paciente acima, qual a hipótese que mais explica o quadro?
trombose tardia provável de stent farmacológico.
trombose tardia possível de stent farmacológico.
trombose muito tardia provável de stent farmacológico.
re-estenose de stent farmacológico.