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Criança com 1 mês de idade possui histórico de gastrosquise ao nascimento com correção cirúrgica e sutura completa de parede abdominal, sem ressecção intestinal e sem ostomias. Evoluiu com dificuldade alimentar, distensão abdominal e vômitos pós-alimentares. No exame de trânsito intestinal, não se constata obstrução anatômica. Em uso de nutrição parenteral total, sem dieta enteral. Nasceu com 37 semanas de idade gestacional, peso 2.500g. Atualmente com peso 2.800g, Hb 9.5 g/dL, Bilirrubina total 3.0mg/dL, Bilirrubina direta 2.8mg/dL, AST 95 U/L, ALT 110 U/L, gamaGT 450 U/L, Fosfatase alcalina 750 U/L, INR 1.2, Albumina 3.2g/dL, Triglicérides totais 150mg/dL, Creatinina 0.3mg/dL, Glicemia 95mg/dL, eletrólitos normais. Assinale a alternativa INCORRETA em relação a esse caso.
Alimentação enteral mínima pode melhorar a colestase e deve ser iniciada o mais rápido possível.
Dismotilidade intestinal é complicação frequente e ocorre devido à exposição das alças intestinais ao líquido amniniótico na fase intraútero.
O tempo de uso de nutrição parenteral não deve ultrapassar quatro semanas, pois não houve ressecção intestinal.
Solução parenteral de lipídios composta por óleo de soja, óleo de coco, óleo de oliva e óleo de peixe pode melhorar a toxicidade hepática da nutrição parenteral.
Ácido ursodesoxicólico pode ser utilizado para melhorar a colestase.