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Um paciente de 32 anos de idade, obeso (IMC 36), sem alterações significativas ao exame físico, exceto pela pressão arterial de 180 x 110 mmHg durante a consulta, foi encaminhado ao ambulatório para investigação de hipertensão arterial de difícil controle. Refere acompanhamento regular em UBS há cerca de um ano e uso correto das medicações prescritas. Atualmente, faz uso de losartan 50 mg (de doze em doze horas), propranolol 40 mg (de oito em oito horas), clonidina 0,2 mg (de oito em oito horas), hidralazina 50 mg (de seis em seis horas), hidroclorotiazida 25 mg (uma vez ao dia) e nifedipino 20 mg (de oito em oito horas). Diz morar sozinho e nega alterações clínicas. Levou os seguintes exames laboratoriais: creatinina 1,3 mg/dL; ureia 45 mg/dL; sódio 142 mmol/L; potássio 4,8 mmol/L; hemoglobina 15,8 mg/dL; TSH 3,18 µUI/mL; e urina I sem alterações. Ultrassonografia Doppler de artérias renais sem alterações. Monitorização ambulatorial de pressão arterial com medidas elevadas nas 24 h do exame (média de 180 x 100 mmHg), já em uso das medicações citadas.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o(s) exame(s) que deverá(ão) ser solicitado(s) para prosseguir com a investigação diagnóstica e a terapia que poderá ser indicada para o paciente.
dosagem sérica de aldosterona e de atividade plasmática de renina / trocar losartan por enalapril
proteinúria em 24 h e albumina sérica / imunossupressão
polissonografia / perda de peso + CPAP
sódio em urina de 24 h / dieta hipossódica + furosemida
metanefrinas urinárias em urina de 24 h / associar doxazosina à prescrição