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Sobre a classificação dos serviços de endoscopia, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Serviço de endoscopia tipo I.
2. Serviço de endoscopia tipo II.
3. Serviço de endoscopia tipo III.
( ) Realiza procedimentos sob sedação consciente com medicações passíveis de reversão com uso de antagonistas.
( ) Realiza procedimentos sem sedação.
( ) Realiza procedimentos sob qualquer sedação ou anestesia.
( ) Deve apresentar sala de recuperação com condições de acomodação do paciente com segurança e conforto durante seu reestabelecimento.
( ) Deve possuir carro ou maleta para atendimento de emergência cardiorrespiratória.
2 – 1 – 3 – 1 – 2.
1 – 2 – 3 – 1 – 2.
2 – 1 – 3 – 2 – 1.
2 – 1 – 3 – 3 – 2.
2 – 3 – 1 – 1 – 1.
As principais indicações de Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada (CPRE) envolvem o tratamento das obstruções biliares malignas e benignas, fístulas biliares e acesso à coloangioscopia. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um fator preditor de insucesso na remoção de cálculos no colédoco.
Cálculos de tamanho igual à papilotomia.
Cálculos intra-hepáticos.
Cálulos maiores que 15mm.
Estenose da via biliar.
Cálculos “perdidos".
Paciente masculino, 45 anos de idade, mestre de obras, em uso regular de nimesulida para lombalgia, refere que, há cerca de uma semana, tem apresentado fezes de coloração escurecida e dor epigástrica. Nega: vômitos, doenças, uso de medicamentos, alergias e cirurgias. Foi submetido à endoscopia digestiva alta, e o exame revelou úlcera gástrica pré-pilórica, na parede anterior do antro, de cerca de 20mm de diâmetro, com bordas planas e fundo com sangramento ativo em porejamento.
Quanto ao caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
Trata-se de uma úlcera gástrica Forrest Ib, em que o risco de ressangramento sem tratamento é próximo a 60%.
Pacientes como o apresentado, sem doença cardiovascular, devem ter como objetivo níveis de hemoglobina entre 9 e 10g/dL.
A eritromicina endovenosa, 30-120 minutos antes da endoscopia, é recomendada para pacientes com alta probabilidade de ter sangue ou coágulos no estômago, devido a sua ação pró-cinética, diminuindo o tempo de internação, a mortalidade e a necessidade de cirurgia.
Todo paciente com suspeita de hemorragia digestiva alta não varicosa deve receber uma dose endovenosa de ataque de algum inibidor de bomba de prótons e, em seguida, ser mantido com a dose diária plena de manutenção.
pacientes com hemorragia digestiva alta não varicosa devem ser submetidos a procedimento endoscópico no máximo em 12h da admissão, definida como endoscopia precoce.
Para a realização de um exame seguro, é de extrema importância a avaliação prévia do paciente, considerando fatores que podem determinar a necessidade ou não da presença do anestesiologista. Quanto à avaliação do risco cardiológico e anestésico pré-procedimento, é correto afirmar que
pacientes críticos e exames em caráter de urgência, com risco de estase ou sangramento ativo, são indicações de acompanhamento anestésico em procedimentos endoscópicos.
a recomendação de 7 dias sem o uso de análogos de GLP-1 para a realização de endoscopia tem sido o suficiente para a realização de um exame seguro e sem estase alimentar.
a via aérea difícil é um importante fator a ser considerado na escolha da sedação acompanhada pelo anestesiologista, justificando esse auxílio quando se trata de exames endoscópicos em pacientes obesos, por exemplo. Já os pacientes pediátricos geralmente possuem a via aérea fácil e se recuperam rapidamente com oferta de oxigênio em máscara, por isso, raramente precisam de suporte anestesiológico
nas gestantes, o procedimento endoscópico eletivo pode ser realizado sem restrições, desde que a vitalidade fetal seja avaliada antes e depois do procedimento.
paciente com ASA III, IV e V tem indicação para acompanhamento anestésico durante o procedimento endoscópico.
A ecoendoscopia tem um papel fundamenta na investigação etimológica das lesões císticas pancreáticas. Considere que você acaba de receber a avaliação do fluido aspirado do seu paciente, um homem de 60 anos de idade com um nódulo de 2,0 cm na cabeça do pâncreas, assintomático. No dia da punção, você encaminhou para análise um líquido claro e viscoso. A análise do líquido mostrou: CEA > 192; amilase > 250; glicose < 50; células mucinosas colunares presentes; epitélio colunar mucinoso presente. Considere os achados não descritos negativos.
O diagnóstico mais provável é
Neoplasia Mucinosa.
Pseudocisto pancreático.
Neoplasia Serosa.
Neoplasia Mucinosa Papilar Intraductal.
Tumor Neuroendócrino Cístico do Pâncreas.


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As principais complicações do uso da cápsula endoscópica são as obstruções intestinais, como estenoses ou fístulas, sejam elas confirmadas ou suspeitas. Essas situações podem levar à principal complicação do exame, que é denominada cápsula retida. A cápsula retida é definida quando a cápsula permanece no trato digestivo por mais de
72 horas.
1 semana.
5 dias.
3 semanas.
2 semanas.
Quanto às boas práticas organizacionais, a ANVISA orienta que os serviços de endoscopia
tenham seus registros arquivados de forma a permitir a sua rastreabilidade, na ausência de legislação específica, o prazo de guarda mínimo é de três anos, para efeitos de inspeção sanitária.
prestem esclarecimentos a seus pacientes, de forma verbal, sobre os procedimentos propostos, expondo objetivos, evolução esperada, riscos e complicações mais frequentes.
tipo I e II dispensem a presença de acompanhante para paciente submetido à endoscopia.
tipo II: realizam procedimentos endoscópicos sem sedação, utilizando somente anestesia tópica.
possuam registro de intercorrências e eventos adversos, contendo data e horário do exame, nome do paciente, data de nascimento, sexo, identificação do equipamento, procedimento realizado, profissional que executou o procedimento e tipo de intercorrência ou evento adverso, além das medidas de suporte prestadas ao paciente.
A ecoendoscopia permite o exame completo do pâncreas com alta resolução, possibilitando também a punção aspirativa com estudo bioquímico e citológico do material.
Sobre o tema, relacione a característica do fluido aspirado (bioquímica, citologia ou microhistologia) e o tipo de cisto pancreático e assinale a alternativa com a sequência correta.
A. CEA < 5.
B. Amilase > 250.
C. Células colunares mucinosas presentes.
1. Pseudocisto pancreático.
2. IPMN.
A2 – B1 – C1 – C2.
A1 – B1 – B2 – C1.
A1 – A2 – B1 – C2.
A1 – B1 – B2 – C2.
A2 – B1 – B2 – C1.
De acordo com as recomendações da ANVISA para as Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais, quanto à limpeza, desinfecção e esterilização de endoscópios, é correto afirmar que
os endoscópios flexíveis, após serem submetidos a processamento, devem ser mantidos dentro da embalagem em que foram fornecidos pelo fabricante.
quando a sala de processamento estiver contígua à sala de procedimento, os endoscópios devem estar acondicionados em recipientes laváveis com tampas diferentes para material sujo e limpo, para serem transportados para o processamento.
os acessórios e outros produtos para a saúde classificados como críticos devem ser submetidos à desinfecção de alto nível antes da sua utilização.
é obrigatório realizar a monitorização dos parâmetros indicadores de efetividade dos agentes saneantes que possuem ação antimicrobiana como concentração, pH ou outros indicados pelo fabricante, no mínimo, uma vez por semana.
após o processo de limpeza, os equipamentos endoscópicos e seus acessórios devem ser submetidos à secagem antes de qualquer método de desinfecção ou esterilização.
Um homem de 48 anos de idade compareceu a uma consulta de rotina com um médico especialista em gastroenterologia e endoscopia. Após a consulta, o médico explicou que, devido a suas queixas dispépticas, solicitaria uma endoscopia digestiva alta e, por causa de sua idade, solicitaria uma colonoscopia, acrescentando que, para comodidade do paciente, ele poderia adquirir a medicação para o preparo do cólon direto na recepção do seu consultório.
De acordo com a situação e o caso clínico descritos, assinale a alternativa correta.
Não há uma forte recomendação para o início do rastreamento do câncer de cólon, já que o paciente ainda não tem 50 anos de idade.
Não há uma recomendação forte para a realização de endoscopia digestiva alta, já que o paciente não tem história familiar de neoplasia de estômago.
Ocorreu uma infração do código de Ética Médica quanto a exercer simultaneamente a medicina e a farmácia ou obter vantagem pelo encaminhamento de procedimentos, pela prescrição e/ou comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional.
Não há uma recomendação forte para a realização de endoscopia digestiva alta, tendo em vista que o médico ainda não tentou teste terapêutico com inibidor de bomba de prótons.
Existe uma infração ao código de Ética Médica quanto a deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente.


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Mulher, 45 anos, procura atendimento por sensação de refluxo. Refere piora dos sintomas quando ingere alimentos gordurosos e no período da noite e que, há um ano, tem diagnóstico de hipotireoidismo, com anticorpos Anti-TPO positivo. Nos exames que fez recentemente, apresentou hemoglobina de 11g/dL, hematócrito 33%, VCM 112fl, vitamina B12 180 pg/mL.
A endoscopia revelou: rarefação das pregas, com palidez da mucosa do corpo gástrico, onde os vasos submucosos encontram-se visíveis; erosões lineares maiores que 5mm, não confluentes, no esôfago distal; sem outras alterações.
Quanto ao caso descrito, assinale a alternativa INCORRETA.
Pode existir relação entre a fisiopatologia da gastrite e o hipotireoidismo, mas não existe relação entre a fisiopatologia da gastrite e a possível doença do refluxo gastroesofágico.
A classificação de atrofia de Kimura-Takemoto avalia a estratificação de risco de câncer gástrico e identifica a linha de atrofia.
A classificação de OLGIM quantifica e estratifica a presença de atrofia, facilitando o seguimento.
Existe uma forte suspeita de que haja uma gastrite autoimune como causa da deficiência de vitamina B12.
A investigação histológica deve ser feita através de 5 biópsias: duas de antro, duas de corpo e uma de incisura, enviadas em frascos separados.
A RDC Nº 6/2013, da Anvisa, dispõe sobre os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais. De acordo com essa resolução, assinale a alternativa INCORRETA.
O processo de limpeza de todos os canais, válvulas e conectores do equipamento deve incluir escovação e irrigação de todos os componentes externos e internos com utilização de detergente, conforme orientação do fabricante.
A pré-limpeza do endoscópio deve ser realizada imediatamente após a finalização do procedimento com remoção da sujidade da superfície externa.
Sempre que o equipamento possuir canais deve haver a introdução de detergente sob pressão nesses canais, conforme orientação do fabricante.
A limpeza de equipamentos endoscópicos deve ser realizada no menor intervalo de tempo possível após a pré-limpeza, de acordo com a orientação do fabricante.
As escovas utilizadas na limpeza dos canais endoscópicos, quando passíveis de processamento, devem ser submetidas à limpeza e desinfecção após cada uso.
A compreensão e a descrição anatômica do trato digestivo é fundamental para a correta execução de um exame de endoscopia digestiva. Quanto à anatomia endoscópica no trato digestivo superior, é correto afirmar que
o bulbo duodenal apresenta quatro paredes: superior, inferior, direita e esquerda.
o pinçamento diafragmático se caracteriza pela passagem do estômago pelo hiato diagragmático.
a transição esofagogástrica é caracterizada pela diferenciação entre a mucosa escamosa do esôfago e a mucosa colunar do estômago.
o terço proximal do esôfago compreende a porção entre o músculo cricofaríngeo e a constrição do arco aórtico, medindo entre 25 e 35 cm.
a parede posterior do estômago está voltada para a retrocavidade dos epíplons, com relevante relação com o pâncreas.
A ingestão de corpos estranhos é uma situação de urgência muito comum nas unidades de atendimento tanto da população pediátrica quanto da adulta. O conhecimento da anatomia, da história clínica e das patologias mais comuns da faixa etária é fundamental para a compreensão do caso e a execução do exame com segurança. Quanto à ingestão de corpos estranhos e ao tratamento endoscópico, assinale a alternativa correta.
Os principais locais de impactação são os pontos de constrição anatômica do trato digestivo: esfíncter esofagiano superior, compressão extrínseca pelo arco aórtico e pelo brônquio fonte direito, esfíncter esofagiano inferior, piloro, ângulo de His, válvula ileocecal, ângulos colônicos e ânus.
Os exames de Emergência são aqueles que causam obstrução esofágica e sintomas respiratórios, causados por objetos cortantes ou pontiagudos ou por baterias no esôfago, e devem ser realizados em, no máximo, 4h após a admissão do paciente.
Os exames de Urgência são aqueles em que foram ingeridos bateria ou objetos pontiagudos ou cortantes que já estejam no estômago, ou objetos maiores que 5-6cm de comprimento em local acessível pelo endoscópio, ou múltiplos objetos magnéticos, ou um magnético com outro ferromagnético acessível pelo endoscópico, e devem ser realizados no máximo em 8-12h após a admissão do paciente no serviço.
São considerados corpos estranhos retidos os objetos rombos que ficam retidos por mais de 2 semanas no trato digestivo.
O tratamento conservador está indicado para os pacientes que tenham ingerido pacotes com substâncias ilícitas (como cocaína), sem sintomas obstrutivos, e é resolutivo em cerca de 97% dos casos.
Mulher, 60 anos, com história de uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais, dá entrada na emergência após dois episódios de hematêmese volumosa, associados a lipotímia. Ao exame, na admissão: PA= 90 × 55 mmHg; FC = 118 bpm. Extremidades frias.Após reposição volêmica e estabilização inicial, é realizada endoscopia digestiva alta, que evidencia úlcera gástrica em pequena curvatura, com vaso visível não sangrante, sem sangramento ativo no momento do exame.
Considerando o achado endoscópico, a classificação de Forrest, o risco de ressangramento e a conduta mais adequada são, respectivamente:
Forrest Ia – alto risco – indicação imediata de cirurgia.
Forrest III – baixo risco – alta hospitalar precoce com inibidor de bomba de próton (IBP) oral.
Forrest Ib – alto risco – inibidor de bomba de próton (IBP) intravenoso.
Forrest IIb – risco intermediário– observação clínica.
Forrest IIa – alto risco – tratamento endoscópico associado a inibidor de bomba de próton (IBP) intravenoso.


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Paciente masculino, 65 anos de idade, tabagista, comparece à Endoscopia Digestiva Alta por dor epigástrica e emagrecimento há cerca de 6 meses. Ao exame, observa-se uma lesão vegetante, ulcerada, com bordas elevadas e infiltrativas, friável ao toque do aparelho, na parede anterior do antro, de cerca de 40mm no seu maior diâmetro, causando distorção do piloro, o que dificulta, mas não impede a passagem do aparelho. De acordo com a Classificação de Borrmann, é correto classificar essa lesão como Borrmann:
Tipo V.
Tipo IV.
Tipo I.
Tipo II.
Tipo III.
Mulher, 70 anos, retorna em consulta com as biópsias de endoscopia de controle após o tratamento para Helicobacter pylori. Refere ter realizado corretamente o tratamento. O anatomopatológico apresenta as seguintes informações:
Tipo de mucosa representada: ANTRO.
Inflamação crônica: Presente, leve.
Inflamação aguda: Ausente.
Ulceração: Ausente.
Metaplasia intestinal: Intensa.
Atrofia: Intensa.
Eosinófilos, agregados linfoides, hiperplasia
foveolar, displasia e erosão: Ausentes.
H. Pylori: Ausente.
Tipo de mucosa representada: CORPO.
Inflamação crônica: Presente, leve.
Inflamação aguda: Ausente.
Ulceração: Ausente.
Metaplasia intestinal: Moderada.
Atrofia: Moderada.
Eosinófilos, agregados linfoides, hiperplasia
foveolar, displasia e erosão: Ausentes.
H. Pylori: Ausente.
Quanto ao caso descrito, assinale a alternativa correta.
Trata-se de um estágio V na classificação de OLGIM.
Trata-se de um estágio IV na classificação de OLGA.
A diretriz MAPS II indica a estratificação de risco para essa paciente com cromoendoscopia com índigo carmim e luz branca.
Para definir o intervalo de seguimento dessa paciente, os dados apresentados são suficientes (erradicação do Helicobacter pylori e histologia da mucosa).
A identificação da metaplasia e da displasia na paciente e o adequado segmento são importantes pelo maior risco de sarcoma gástrico.
Um paciente masculino, 60 anos de idade, retorna ao consultório após realizar colonoscopia com polipectomia. O laudo da colonoscopia descreve um pólipo pediculado no sigmoide distal de 25 mm na sua maior extensão, retirado com alça diatérmica, sem intercorrências. O anatomopatológico refere que se trata de um pólipo Haggitt nível 3, com margem livre. Diante desse achado, você explica para o paciente que
ele tinha um adenoma tubular com displasia de alto grau e foi tratado.
ele tem um adenocarcinoma de cólon e deve ser encaminhado para a colectomia esquerda.
ele tinha um adenocarcinoma de cólon e foi tratado
ele tem adenoma tubular com displasia de baixo grau com ressecado insatisfatório e deve refazer o exame.
ele tem um adenocarcinoma e deve iniciar quimioterapia.
A RDC nº 6/2013 dispõe sobre os requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais. Para a devida compreensão da resolução, fica devidamente esclarecido alguns termos. Quanto a esses termos, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
A. Acessório crítico.
B. Evento adverso.
C. Intercorrência.
D. Produtos para saúde semicríticos.
1. Produtos que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas.
2. Produto para a saúde utilizado em procedimento invasivo com penetração de pele, mucosas, espaços ou cavidades estéreis, tecidos subepiteliais e sistema vascular.
3. É a ocorrência de um evento inesperado em um procedimento médico, que não poderia ser, em geral, previsto ou alertado ao paciente.
4. Agravo à saúde ocasionado a um paciente ou usuário em decorrência do uso de um produto submetido ao regime de vigilância sanitária, tendo a sua utilização sido realizada nas condições e parâmetros prescritos pelo fabricante.
A2 – B4 – C1 – D3.
A2 – B4 – C3 – D1.
A1 – B4 – C3 – D2.
A2 – B3 – C4 – D1.
A1 – B3 – C4 – D2.
A técnica consiste em realizar a papilotomia com canulação pancreática, seccionando esfíncter do canal comum e do ducto pancreático. Com o papilótomo guiado pelo fio pancreático, deve-se direcionar o corte mais em direção 11-12 horas o quanto for possível, evitando sangramento, dissecando a papila em direção ao ducto biliar, alvo do procedimento. Após esfincterotomia, devese realizar a passagem de prótese pancreática, retirar o papilótomo e, com o canal comum aberto, deve-se proceder à nova tentativa de canulação biliar seletiva.
A técnica de cateterização de via biliar descrita é denominada
técnica de Burdick.
técnica padrão.
técnica de duplo fio-guia.
técnica de esfincterotomia transpancreática.
técnica de pré-corte.


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