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Para a realização de um exame seguro, é de extrema importância a avaliação prévia do paciente, considerando fatores que podem determinar a necessidade ou não da presença do anestesiologista. Quanto à avaliação do risco cardiológico e anestésico pré-procedimento, é correto afirmar que
pacientes críticos e exames em caráter de urgência, com risco de estase ou sangramento ativo, são indicações de acompanhamento anestésico em procedimentos endoscópicos.
a recomendação de 7 dias sem o uso de análogos de GLP-1 para a realização de endoscopia tem sido o suficiente para a realização de um exame seguro e sem estase alimentar.
a via aérea difícil é um importante fator a ser considerado na escolha da sedação acompanhada pelo anestesiologista, justificando esse auxílio quando se trata de exames endoscópicos em pacientes obesos, por exemplo. Já os pacientes pediátricos geralmente possuem a via aérea fácil e se recuperam rapidamente com oferta de oxigênio em máscara, por isso, raramente precisam de suporte anestesiológico
nas gestantes, o procedimento endoscópico eletivo pode ser realizado sem restrições, desde que a vitalidade fetal seja avaliada antes e depois do procedimento.
paciente com ASA III, IV e V tem indicação para acompanhamento anestésico durante o procedimento endoscópico.


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