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asdaPaciente de 49 anos de idade, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, em uso de corticoide e história familiar de mãe com diagnóstico de angina instável, foi submetida a ultrassonografia de artérias carótidas para se avaliar o risco cardiovascular.
A partir desse caso clínico, assinale a opção correta.
A determinação ao eco-Doppler da espessura mediointimal > 1,5 mm isoladamente não é indicativo de placas ateromatosas na artéria carótida.
A extensão da placa correlaciona-se com a possibilidade de eventos cerebrovasculares, mas não está relacionada ao potencial de embolização.
A identificação de placa instável com superfície irregular, presença de componentes móveis e de zona anecoica junto à cápsula fibrótica determinam maior risco de eventos cerebrovasculares.
No caso de estenose aórtica, ocorre redução das velocidades de fluxo, mas o parâmetro anatômico não deve ser utilizado isoladamente devido a sua baixa sensibilidade para definição do grau de estenose da artéria carótida.