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Em relação ao adenocarcinoma de esôfago, é correto afirmar:
A presença de esôfago de Barret aumenta sua incidência em 5% ao ano.
Pacientes com adenocarcinoma invasivo T1 com invasão até de SM1 podem ser submetidos com segurança a ablação por radiofrequência.
Pacientes submetidos a neoadjuvância que apresentam resposta completa, ainda assim devem ser submetidos a cirurgia se tiverem bom performance-status.
Trials prospectivos comparando fundoplicatura de Nissen versus tratamento com bloqueador de bomba de prótons mostram consistentemente a superioridade da cirurgia em relação ao tratamento medicamentoso na prevenção da progressão de esôfago de Barret de alto grau para adenocarcinoma.
A cirurgia minimamente invasiva em adenocarcinoma de esôfago mostra resultados inferiores em relação à esofagectomia convencional, e deve ser evitada.