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A policitemia, ao contrário da anemia, faz um aumento do número de hemácias circulantes, aumenta a viscosidade sanguínea e pode ter como resultado várias complicações no recém-nascido. Dentre as causas de policitemia, temos: a transfusão placentária de eritrócitos, a insuficiência placentária com o aumento da eritropoiese fetal por hipóxia intra-útero, bebês GIG e PIG. Sobre o manejo da policitemia, é FALSO afirmar que:
Todo bebê, com hematócrito acima de 65% em sangue periférico, deverá sofrer intervenção apenas se for sintomático.
Bebês com hematrócrito entre 60 - 70% geralmente são assintomáticos e podem ser conduzidos apenas com aumento do aporte hídrico e repetição do hematócrito entre 4 - 6 horas.
Um bebê com hematócrito de 70%, mesmo que assintomático, deverá passar obrigatoriamente por exsanguineotransfusão parcial.
Toda a retirada de sangue deverá ser por cateter umbilical, e o volume infundido deverá ser por acesso venoso periférico.
Não há vantagem com o uso da albumina sobre o soro fisiológico para reposição do sangue trocado na exsanguineotransfusão parcial.