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A cetoacidose diabética é uma causa frequente de choque em criança, devendo a primeira medida ser a correção da desidratação através de expansões volêmicas. Porém, muito cuidado deve ser tomado com o excesso de fluidos que pode aumentar o risco de edema cerebral, uma complicação grave associada ao tratamento. Pré-escolar, 6 anos, sexo masculino, com diagnóstico recente de diabetes mellitus, dá entrada na emergência torporoso, reativo apenas à estímulos dolorosos, hálito cetônico, mucosas secas, pulsos central e periféricos finos, ausência de diurese há 6 horas e glicemia capilar de 450 mg/dl.
Quais as medidas iniciais do tratamento dessa criança?
Insulina regular em bolus 0,1 u/kg.
Expansão com SF 0,9 % ou ringer lactato 20ml/kg em bolus até reversão dos sinais de hipovolemia e choque (máximo 1000ml/h).
Expansão com Soro fisiológico 0,9 % 20ml/kg em bolus associado à reposição de insulina.
Expansão com ringer lactato 40 ml/kg em 1hora e caso persistam os sinais de desidratação e hipovolemia, iniciar epinefrina em infusão contínua.
Expansão volêmica com ringer lactato associado à correção de bicarbonato.