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A síndrome do Desconforto respiratório agudo em pediatria é uma patologia com elevada mortalidade na UTI. A ventilação protetora é a estratégia ventilatória que confere melhor proteção ao pulmão e melhor desfecho clínico com menor mortalidade.
Lactente, 4 meses, sexo feminino, com diagnóstico de infecção respiratória por vírus influenza H1N1, evoluindo com piora progressiva do padrão respiratório e consolidação pulmonar bilateral, hipoxemia e necessidade de suporte ventilatório invasivo. Apresenta diagnóstico de síndrome do desconforto respiratório agudo.
Qual a melhor estratégia ventilatória para esse paciente de acordo com a patologia?
Uso de pressões mais elevadas para abrir os alvéolos colapsados, inclusive com pressões de platô acima de 35 mmHg.
Volumes correntes maiores (8-10 ml/kg), PEEP moderado e Pico de pressão mais elevado.
Volumes correntes mais baixos que o habitual (4-5 ml/kg), PEEP mais elevados com limitação da pressão de pico
Ventilação a volume para garantir volumes correntes de pelo menos 7 a 8 ml/kg, além de PEEP maiores que o habitual.
Volume corrente habitual (6-8 ml/kg), PEEP mais elevado com pressão platô que não ultrapasse 35 mmHg