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Múltiplos agentes, vias de administração e modalidade estão disponíveis para o tratamento eficaz da dor.
Com relação à analgesia no paciente cirúrgico, podemos afirmar.
A tolerância, a dependência física e psíquica tornaram o uso dos analgésicos opióides quase proibitivo, estando o seu uso restrito aos pacientes oncológicos.
A analgesia intravenosa controlada pelo paciente pode incluir desde crianças a partir de 4 anos até pacientes geriátricos.
Os anti-inflamatórios não-hormonais que diminuem a produção de prostaglandinas, além de resultar em analgesia, aumentam a perfusão renal, sendo muito utilizados em pacientes vítimas de trauma. Como efeito colateral aumentam o risco de sangramento gastrointestinal, que diminui com o uso de inibidores de bomba de próton.
Os anestésicos locais devem ser utilizados unicamente pela via subcutânea e ao redor de toda a incisão cirúrgica. Outras vias de utilização não devem ser utilizadas devido a absorção errática e risco de efeitos colaterais.
A analgesia neuraxial no pós-operatório deve ser evitada devido ao risco de meningites e depressão respiratória quando a medicação atinge os centros respiratórios.