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A sífilis congênita é uma doença evitável, que ocorre por transmissão vertical e pode gerar inúmeras anormalidades na criança. Sobre esta síndrome, marque a alternativa INCORRETA:
A síndrome clínica da sífilis congênita precoce surge até o 2º ano de vida e deve ser diagnosticada por meio de uma avaliação epidemiológica criteriosa da situação materna e de avaliações clínica, laboratorial e de estudos de imagem na criança.
Nos casos em que a mãe foi adequadamente tratada, deverá ser realizado VDRL do RN. Se o resultado for negativo (titulação menor ou igual a da mãe), fazer RX ossos longos e acompanhamento ambulatorial, se criança assintomática.
Nas crianças acima de 2 anos encontramos, a Tríade de Hutchinson, caracterizada por queratite intersticial que pode levar à cegueira, alterações dentárias da 2ª dentição e surdez por lesão do VIII par.
São considerados sinais de sífilis congênita precoce: rinite com destruição nasal, anemia hemolítica, pneumonite intersticial, fissura de abóbada platina, pseudoparalisia de Parrot e lesões cardiovasculares.
A maioria dos bebês sifilíticos é assintomático ao nascer e os sinais clínicos começam a aparecer entre a 3ª e 8ª semanas, podendo manifestar-se até o final do 2º ano.