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Um RN com idade gestacional de 33 semanas e 2 dias, peso de nascimento 1315 g, masculino, PIG, evoluiu com 48 horas de vida com hipoatividade, desconforto respiratório, rendilhado cutâneo evidente, com tempo de enchimento capilar 4 segundos, pulsos centrais finos e periféricos ausentes e taquicardia, com FC em torno de 189 bpm. A mãe tinha história de DHEG grave, fazendo uso de hidralazina e chegou ao atendimento obstétrico em período expulsivo, não tendo recebido profilaxia intraparto para estreptococo grupo B nem corticoide. O RN tinha recebido surfactante intratraqueal com 35 minutos de vida e estava em uso de ampicilina e gentamicina, após coleta de hemocultura. A conduta correta para este RN neste momento é:
É um caso de sepse tardia e está indicada a troca imediata de antibioticoterapia, após coleta de hemocultura e liquor;
Colocar o RN em ventilação mecânica, apesar de estar com boa saturação em uso de ventilação com pressão positiva intermitente nasal; este quadro indica insuficiência respiratória;
Fazer expansão com SF 0,9% no volume de 10 ml/kg, iniciando com dopamina 10 mcg/kg/min se não houver melhora, pois o RN apresenta quadro evidente de choque séptico; o RN deve ser mantido com oxigenoterapia e monitorização de pressão arterial invasiva, controle de diurese e observação rigorosa;
Iniciar o uso de ibuprofeno, pois este RN apresenta quadro clínico compatível com Persistência de Canal Arterial;
Nenhuma das alternativas anteriores