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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado nas questões 30 e 31.
“Juliana, 18 anos, chega à primeira consulta de puericultura trazendo sua filha Ana, de seis meses, com a seguinte queixa: ‘tive toxoplasmose durante a gestação e minha filha tem calcificações no cérebro’. Em sua história gestacional, Juliana conta que fez oito consultas pré‐natais, sem problemas clínicos, exceto pela sorologia para toxoplasmose, que apresentou: ELISA IgM + e ELISA IgG 22,8 com 18 semanas de gestação; e com 27 semanas de gestação o teste ELISA com quimioluminescência apresentou IgM + e IgG 181. O parto foi vaginal sem intercorrências, Ana recebeu APGAR 8/9, nasceu a termo e teve alta junto com a mãe. Nos exames realizados por Ana nos primeiros dia de vida foram encontrados: fundo de olho normal, ultrassonografia transfontanela que evidenciou duas calcificações cerebrais no lobo esquerdo. Sendo assim, Ana recebeu o seguinte tratamento: pirimetamina dois mg/K/dia, via oral, nos primeiros dois dias, seguido por um mg/Kg/dia por dois ou seis meses e, após, um mg/Kg/dia três vezes por semana; associada à sulfadiazina na dose de 100 mg/Kg/dia, via oral, de 12/12 horas; ácido folínico 10 a 20 mg/dia, via oral, por um mês.”
Outro teste, muitas vezes negligenciado, poderia ter sido realizado em Juliana para detectar a toxoplasmose mais precocemente. O teste de avidez de IgG para toxoplasmose tem maior sensibilidade quando realizado
no primeiro trimestre de gravidez.
no segundo trimestre de gravidez.
no terceiro trimestre de gravidez.
em qualquer período gestacional.