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“A perda auditiva bilateral apresenta elevada incidência, ocorrendo em cerca de três para cada 1.000 nascidos vivos, e de dois a quatro para cada 100 recém‐nascidos egressos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. As manifestações iniciais da perda auditiva são muito sutis, e a triagem auditiva neonatal sistemática é a forma mais eficaz de detecção precoce. O diagnóstico precoce e a intervenção imediata são fatores decisivos na evolução e prognóstico dessas crianças.”
(Lima GM, Marba ST, Santos MF. Hearing screening in a neonatal intensive care unit. J. Pediatr (Rio J). 2006;82:110‐4.)
De acordo com o exposto, as crianças com maior risco de apresentar triagem auditiva alterada são aquelas
menores de 2.000 g.
de malformação craniofacial.
sem antecedente familiar para surdez congênita.
de uso de ventilação mecânica por mais de 15 dias.