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A inflamação aguda já era reconhecida por Celsus no primeiro século. Em seu livro Da Medicina foi descrito como um processo que produz dor, calor e rubor. A resposta inflamatória aguda se inicia rapidamente após trauma tecidual, infecção, isquemia ou necrose. O conhecimento pelo cirurgião do processo inflamatório e de suas consequências para o paciente é muito importante durante e após os procedimentos cirúrgicos. Com relação a este marque a alternativa que contém uma assertiva INCORRETA:
A interleucina-1 e o Fator de Necrose Tumoral - alfa (TNF-alfa) agem de modo sinérgico no processo inflamatório e produzem febre, aumento da permeabilidade vascular, ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal aumentando os níveis de cortisol.
A interleucina-6 é uma citocina inflamatória e é capaz de estimular a produção, ativação e diferenciação de linfócitos B e T.
O interferon-gama (IFN-gama) aumenta a adesão e migração das células imunes por produzir estase sanguínea e aumento na expressão de moléculas de adesão celular.
As teorias mais atuais explicam a ativação do sistema imunológico inato pelo reconhecimento de padrões moleculares relacionados a patógenos (PAMPS) e dano celular (DAMPS).
O tratamento imunológico da sepse com uso de anticorpos monoclonais contra o TNF-alfa e Proteína C humana recombinante (rhAPC) associado a antibioticoterapia é o padrão ouro para o tratamento da sepse em suas fases iniciais.