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Um paciente recém-nascido do sexo masculino nascido a termo com 2,9kg de peso, APGAR 9/10. Apresenta engasgos e hipersalivação no alojamento conjunto da maternidade. Após insucesso na tentativa de passagem de sonda orogástrica e Rx de tórax apresentando distensão do coto esofágico proximal é feito o diagnóstico de atresia de esôfago com fístula traqueo-esofágica distal. Com relação a este diagnóstico é CORRETO afirmar:
O diagnóstico antes do nascimento não pode ser realizado pela ausência de exames de imagem que verifiquem a presença de coto esofágico dilatado por ar.
A mais frequente malformação associada a atresia de esôfago é a agenesia de fíbula.
O diagnóstico da fístula não pode ser realizado sem uma endoscopia digestiva alta ou broncoscopia.
A forma de atresia de esôfago descrita acima é a segunda mais frequente ficando atrás da forma sem fístula.
A atresia de esôfago ocorre por um desvio anormal das estruturas linfáticas do intestino primitivo anterior tracionando a traqueia para uma direção posterior.