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Os estados de mal epilépticos (EME) são uma preocupação constante de neuropediatras e das famílias dos portadores de epilepsia. São verdadeiras as afirmações abaixo, EXCETO:
Existem distinções entre as etiologias segundo as faixas etárias, sendo que em crianças são mais comuns as causas infecciosas ou febris
Quando as crises são motoras, particularmente as Tonico clônicas generalizadas, que se mantenham por mais do que 5 minutos, deve-se raciocinar neurologicamente como uma possível evolução para um status epiléptico
O EME clônico é muito comum, predominando nas faixas pré-puberais e adolescência. A Consciência está sempre preservada e está comumente associado à alterações do lobo frontal
Pacientes com Encefalopatia epiléptica, tipo Lennoux- Gastaut têm maior propensão para estado de mal de ausência, que podem durar dias
Em mais de 10% dos pacientes tratados de EME, cessam as crises clínicas ou se mantêm em sintomas sutis, mas há persistência de crises eletrográficas contínuas