Por se tratar de condição frequentemente assintomática, a...
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Por se tratar de condição frequentemente assintomática, a...

Por se tratar de condição frequentemente assintomática, a hipertensão arterial (HA) costuma evoluir com alterações estruturais e/ou funcionais em Órgãos-alvo, como coração, cérebro, rins e vasos. Ela é o principal fator de risco modificável, com associação independente, linear e contínua para doenças cardiovasculares (DCV), doença renal crônica (DRC) e morte prematura. Associa-se a fatores de risco metabólicos para as doenças dos sistemas cardiocirculatório e renal, como dislipidemia, obesidade abdominal, intolerância à glicose e diabetes melito (DM). Quanto aos fatores de riscos e tratamentos da HA, é correto afirmar:


A

não há clara evidência que sustenta a relação entre a apnéia obstrutiva do sono e a HA e o aumento do risco para HA resistente.


B

a HA não está associada a mortes cardíacas: doença arterial coronariana e insuficiência cardíaca.


C

a obesidade geral e a obesidade abdominal foram associadas ao aumento do risco de HA. Por outro lado, a diminuição do peso promove a diminuição da PA tanto em indivíduos normotensos quanto em hipertensos.


D

as cinco principais classes de fármacos antihipertensivos são: diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio, inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores dos receptores da angiotensina II e beta agonistas. Tais medicamentos demonstraram reduções significativas da PA comparados com placebo, acompanhados de diminuições consideráveis dos desfechos cardiovasculares fatais e não fatais, benefício relacionado fundamentalmente com a redução da PA.


E

a classe de anti-hipertensivos considerada preferencial para o controle da PA em monoterapia inicial é de diuréticos de alça, por sua segurança e tolerabilidade.