

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente feminina de 76 anos, com história de hipertensão e diabetes mellitus tipo 2 controladas, vem à consulta queixando-se de fraqueza e apatia nos últimos 6 meses. Nega perda de peso, sangramentos ou quaisquer outros sintomas relacionados. Ao exame físico apresenta frequência cardíaca de 86 bpm, PA 134/72 mmHg, mucosas normocoradas, ritmo cardíaco irregular, sem sopros. Após avaliação diagnóstica inicial, firma-se o diagnóstico de Hipertireoidismo Subclínico (HS) e Fibrilação Atrial (FA). Baseando-se neste caso, qual alternativa representa a assertiva correta?
Assim como no Hipertireoidismo franco, o tratamento do HS está indicado independentemente dos níveis de T3 total e T4 livre.
Apesar da concomitância entre os diagnósticos de HS e FA, não há potencial relação causal entre eles, pois o paciente não apresenta alterações nos níveis de T4 livre e T3 total.
HS está associado ao aumento do risco cardiovascular, de déficit neurocognitivo e de doenças musculoesqueléticas. Entretanto, como não há alterações nos níveis de T3 total e T4 livre, não há indicação de tratamento.
A principal etiologia de HS entre idosos é farmacológica, sobretudo por disfunção da tireoide secundária ao uso de amiodarona e realização de exames contrastados com soluções iodadas.
HS é uma condição clínica frequente no idoso, sendo secundária ao processo de envelhecimento usual da glândula tireoide.