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Paciente do sexo masculino, 32 anos, tabagista, em seguimento regular por diagnóstico de Artrite Reumatóide há cerca de 6 meses, em uso prévio de Metrotrexato, com dose aumentada na última consulta para 25 mg/semana associado à prednisona em baixa dose, por atividade em poliartrite de punhos, 2ª e 3ª metacarpofalangeanas da mão direita e 3ª da mão esquerda, e joelho direito (DAS-28 PCR: 5,68). Retorna após 12 semanas com melhora da maioria das artrites porém mantendo artrites brandas de punhos esquerdo e joelho direito (DAS-28 PCR: 3,07). De acordo com as principais recomendações para o manejo da Artrite Reumatóide, assinale a alternativa mais adequada para o tratamento sequencial.
Como o paciente teve critérios de Resposta EULAR na melhora do DAS-28, pode-se manter o tratamento na dose atual de Metrotrexato com nova reavaliação em 12 semanas
Apesar da melhora clínica, o paciente ainda se encontra em alta atividade de doença pelo índice DAS-28, sendo indicado início de terapia imunobiológica e corticoesteróides em doses moderadas a altas
Apesar de critérios de Resposta Moderada na melhora do DAS-28, o paciente permanece com oligoartrite, podendo-se infiltrar as articulações ativas com corticoesteróide intra-articular e associar um segundo imunossupressor como a Leflunomida
Apesar da melhora clínica, o paciente ainda se encontra em alta atividade de doença, declarando refratariedade ao Metrotrexato, que deverá ser suspenso, com início de terapia imunobiológica
Como o paciente teve critérios de Resposta EULAR na melhora do DAS-28, entrando em Remissão da doença, porém ainda com oligo artrite, pode-se infiltrar as articulações ativas com corticoesteróides intra-articular e reduzir a dose do Metrotrexato