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Paciente, 40 anos, G4 P3 A1, sem comorbidades com colpocitologia de “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau – HSIL” apresentando o seguinte laudo colposcópico (segundo terminologia da IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível com pequeno compontente endocervical, zona de transformação do tipo 2, epitélio acetobranco denso com rápido aparecimento orifícios glandulares espessados ocupando dois quadrantes de lábio posterior entre 4-9h. Teste de Schiller negativo”. A mesma foi submetida à excisão do tipo 2 com seguinte resultado: “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau cervical com margem endocervical comprometida”.
Nessas condições,
a paciente deverá ser submetida a novo procedimento excisional, pois a mesma apresenta alta probabilidade de lesão residual no canal endocervical.
o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros três anos. Após os dois primeiros anos, o seguimento deverá ser feito com a citologia anual até completar cinco anos do tratamento, na unidade básica de saúde.
o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos. Após os dois primeiros anos, o seguimento deverá ser feito com a citologia anual até completar cinco anos do tratamento, na unidade básica de saúde.
a paciente deverá ser submetida a novo procedimento excisional, pois a mesma apresenta prole constituída.
a paciente deverá ser submetida a histerectomia, pois a mesma apresenta alta probabilidade de lesão residual no canal endocervical e prole constituída.