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Patologias maternas, como diabetes pré-gestacional ou gestacional, hipertensão arterial materna ou pré-eclâmpsia podem apresentar repercussões negativas intraútero e no período neonatal. Sobre os filhos de mães com patologias maternas é INCORRETO afirmar:
Os recém-nascidos filhos de mãe com diabetes pré-gestacional ou gestacional têm tendência a serem grandes para idade gestacional (GIG), estando mais expostos ao desenvolvimento de episódios de hipoglicemia com necessidade de intervenção terapêutica;
Além dos filhos de mãe diabética, os filhos de mães com pré-eclâmpsia e os filhos de mães submetidas a terapia tocolítica com beta-simpaticomiméticos para inibição do trabalho de parto prematuro também são pacientes de risco para apresentação de hipoglicemia;
A glicose é o maior substrato para o metabolismo cerebral e a presença de convulsão neonatal na vigência de hipoglicemia está associada a pior prognóstico. Atualmente existem evidências de que a hipoglicemia assintomática não é danosa ao cérebro do bebê;
Embora a hipoglicemia neonatal possa se apresentar de forma assintomática, sintomas como tremores, convulsão, cianose, hipotonia, hipotermia e insuficiência cardíaca no recém-nascido pequeno para idade gestacional (PIG) fazem parte da clínica da hipoglicemia neonatal.