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Para responder às questões de número 34 a 45, considere o seguinte caso clínico:
JRM, 72 anos, masculino, procura o ambulatório do Serviço de Geriatria com os seguintes diagnósticos: síndrome metabólica, obesidade, diabetes mellitus insulino-dependente, neuropatia diabética, hipertensão arterial, dislipidemia, insuficiência cardíaca, demência, parkinsonismo. Ex-tabagista, 60 anos maço, parou há 22 anos. Etilista atual, 3 a 4 garrafas de cerveja ao dia. Faz uso dos seguintes medicamentos: dapagliflozina 5 mg 2x/d, metformina 1.000 mg 2x/d, pioglitazona 30 mg 1x/d, gliclazida 120 mg/d, insulina glargina 44 UI pela manhã, atorvastatina 40 mg 1x/d, losartana 50 mg 2x/d, anlodipino 5 mg 1x/d, espironolactona 25 mg/d, carvedilol 6,25 mg 2x/d, gabapentina 300 mg 3x/d, levodopa/ benserazida BD 100 mg/25 mg ½cp 3x/d, trazodona 100 mg à noite, levomepromazina 4% 15 gotas à noite, colecalciferol 2.000 UI uma vez por semana.
Como descrito, ele faz uso de atorvastatina 40 mg/dia, assinale a alternativa correta quanto às metas de controle do colesterol, especificamente para esse paciente.
A meta para seu LDL-colesterol deve ser inferior a 70 mg/dL, entretanto, ela deve ser individualizada conforme os riscos e benefícios da prescrição da estatina.
O Sr. JRM tem um risco maior do que os benefícios na prescrição de estatina, não deve ser medicado.
A meta de LDL- colesterol a essa população deve ser inferior a 100 mg/dL.
Por ser um idoso frágil, não há metas específicas para meta de controle do LDL-colesterol.
A prescrição de atorvastatina a esse paciente, em função de sua condição clínica, caracteriza uma prescrição fútil.