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Em relação ao adenocarcinoma de reto, pode-se afirmar:
Quando há risco de invasão do esfíncter anal interno proximalmente, há opção de amputação abdominoperineal de reto ou resseção interesfincteriana com anastomose coloanal.
O objetivo da neoadjuvância no câncer extra-peritonial é diminuir recidiva metastática à distância.
Pacientes com tumores precoces de reto tratados apenas com ressecção local devem ser seguidos com colonoscopia anual, não havendo a necessidade de exames de imagem no seguimento.
O risco de metástases pulmonares são semelhantes ao de cólon independentemente da localização no reto.
Na ressecção com intenção curativa, há necessidade de margem retal distal à lesão de pelo menos 3,0cm.