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Uma paciente de 29 anos de idade, primigesta, com 39 semanas de gestação, procurou o pronto-socorro da maternidade de sua área de referência com quadro inicial de trabalho de parto. Encontra-se com dinâmica de duas contrações de moderada intensidade em 10 minutos, frequência cardíaca fetal = 150 batimentos sem desacelerações, e toque vaginal com colo 50% apagado, centralizado, com 2 cm para 3 cm de dilatação, cefálico e bolsa íntegra. A paciente refere que recebeu o diagnóstico de HIV na última consulta de pré-natal e não teve tempo de iniciar nenhum tratamento antirretroviral, nem de realizar exames de carga viral e de contagem de células T-CD4+, mas que se encontra bem e assintomática do ponto de vista clínico.
Assinale a alternativa que indica a melhor conduta nesse caso.
Conduzir o trabalho de parto de forma habitual e sem a prescrição de medicações antirretrovirais orais ou endovenosas, já que a paciente desconhece sua carga viral e a contagem de células T-CD4+.
Fazer a dose de ataque de zidovudina (AZT) endovenoso e, imediatamente depois, realizar o parto via alta (cesárea), visto que a paciente já se encontra em fase inicial do trabalho de parto.
Começar a administração de AZT endovenoso e a condução do trabalho de parto para via vaginal.
Dar início à administração de antirretrovirais orais em esquema tríplice e condução do trabalho de parto para via vaginal.
Iniciar a administração de AZT endovenoso por 3 horas e realizar parto via alta (cesárea) assim que se completarem as 3 horas da medicação.