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Homem de 55 anos com queixa de odinofagia progressiva há 3 meses. Há 1 mês com otalgia à direita. Perda ponderal de 3 kg no período. Antecedentes pessoais: tabagista ativo, não etilista, nega comorbidades. Exame clínico: linfonodo endurecido em nível II à direita, 1,5 cm, móvel e indolor. Sem outras linfonodomegalias. Oroscopia: dentição em mau estado de conservação, lesão endurecida de cerca de 3 cm, com área central ulcerada, bordas irregulares e limites imprecisos, em base da língua à direita, com extensão para loja amigdaliana ipsilateral, dolorosa à palpação. Quanto à suspeita de neoplasia maligna, selecione a alternativa correta em relação à condução neste momento.
Como a suspeita é de um carcinoma epidermoide de orofaringe, devemos iniciar a investigação com uma biópsia incisional da lesão primária com pesquisa de p16, pois o status HPV é necessário para o correto estadiamento.
Como a suspeita é de um carcinoma epidermoide de orofaringe, devemos iniciar a investigação com a realização de uma punção aspirativa por agulha fina (PAAF) do linfonodo suspeito e pesquisar o vírus Epstein-Barr, pois o status viral é necessário para o estadiamento e a escolha do tratamento.
Como a suspeita é de um carcinoma epidermoide de boca, devemos iniciar a investigação com a realização de biópsia incisional da lesão primária com pesquisa de p16, pois o status HPV é necessário para a definição terapêutica.
Como não é possível afastar a hipótese diagnóstica de linfoma de orofaringe, devemos iniciar a investigação com biópsia excisional do linfonodo.