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T.S.D., 67 anos, sexo feminino, queixa-se de dores nas...

T.S.D., 67 anos, sexo feminino, queixa-se de dores nas articulações das mãos (interfalangeanas distais, proximais, metacarpofalangeanas e punhos) há 6 meses, sendo a dor pior pela manhã, com rigidez matinal de 90 minutos, com melhora com anti-inflamatórios. Tem histórico de dores em crises nos pés (região de metatarsofalangeana). Ao exame físico articular, nota-se presença de nódulos em região de interfalangeana distal, edema de algumas metacarpofalangeanas e interfalangeanas proximais e punhos. Traz os seguintes exames: VHS: 50 mm/h (VR: < 20 mm/h), fator reumatoide 10 UI/mL (VR: < 20 UI/mL), anti-CCP: 1,5 U/mL (VR: < 2,0U/mL), ácido úrico sérico: 5,9 mg/dL (VR: 2,4 a 5,7 mg/dL), Rx de mãos/punhos: erosão de 2ª metacarpofalangeana direita. Considerando o caso, o melhor raciocínio clínico e a conduta terapêutica são


A

osteoartrite, utilizar anti-inflamatório por 5 dias, após analgesia simples com paracetamol, conforme a necessidade.


B

doença por deposição de pirofosfato de cálcio, utilizar anti-inflamatório por 5 dias, após tratamento com anti-inflamatório tópico para controle dos sintomas.


C

polimialgia reumática, utilizar corticoide (prednisona) até controle dos sintomas, e reintrodução da medicação, se nova crise da doença.


D

artrite gotosa crônica, iniciar anti-inflamatório até controle da crise, com posterior introdução de alopurinol para controle da doença.


E

artrite reumatoide, iniciar corticoterapia (prednisona) e, após avaliação criteriosa, metotrexate como droga modificadora do curso da doença.