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Nos pacientes com doenças degenerativas, a disfagia implica a necessidade de algumas mudanças, relacionadas às estratégias para a manutenção do ganho calórico e à modificação ou restrição de determinados alimentos (geralmente relacionada à consistência e à via de administração). Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma proposta que não é adequada em um contexto de disfagia.
Em pacientes com disfagia e rebaixamento sensório ou aspiração documentada, é importante sugerir e recomendar a gastrostomia, sempre analisando os benefícios e os riscos para o paciente.
Nos casos de disfagia sem evidência de aspiração e desnutrição, orienta-se, geralmente, discutir alternativas à gastrostomia (como, por exemplo, sonda nasoenteral), exceto se houver recomendações contrárias do neurologista assistente.
Em situações de disfagia com complicações (comorbidade grave, como, por exemplo, DPOC terminal ou Alzheimer), é importante a discussão, com os familiares, sobre a colocação de gastrostomia.
Nos casos de estado vegetativo persistente, é orientado, como primeira linha de tratamento, o uso da gastrostomia.
O paciente com câncer avançado não responsivo à terapêutica ou com deterioração funcional, com desnutrição grave e expectativa de vida menor que meses não possui indicação formal de gastrostomia.