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O diabetes tipo 2 é uma das desordens mais comuns na prática clínica. As medicações usadas, nesse tipo de tratamento, têm mecanismos de ações diferentes e a escolha depende de valores glicêmicos e de particularidades dos usuários, como idade, peso, riscos e benefícios, presença de complicações, condições socioeconômicas, entre outras. Sobre o tratamento com os antidiabéticos orais, é CORRETO afirmar:
As glitazonas incrementam a secreção da insulina e reduzem o glucagon com melhora da glicemia e do perfil lipídico, mas devem ser usadas com cautela em idosos com osteopenia.
Os inibidores do SGLT2 promovem glicosúria com baixo risco de hipoglicemia, gerando redução de desfecho cardiovascular e insuficiência cardíaca.
As incretinas agem na secreção da insulina e reduzem a velocidade do esvaziamento gástrico com redução da gordura hepática, mas não devem ser usadas na disfunção renal.
As sulfonilureias aumentam a sensibilidade à insulina com neutralidade em relação ao peso corporal e segurança cardiovascular comprovada.
Os análogos do receptor do GLP-1 agem no controle glicêmico ao reduzir a secreção de insulina dependente de glicose, ao mesmo tempo que aumentam a secreção de glucagon.