

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
PCAC, homem, 85 anos, antecedentes de hipertensão arterial, procura o consultório relatando que sua pressão arterial está difícil de controlar. Tem antecedente de doença pulmonar obstrutiva crônica em uso de oxigênio domiciliar e diabetes mellitus. Faz uso de hidroclorotiazida/amilorida (25 mg / 2,5 mg) 1 comprimido cedo, metformina 500 mg antes do café da manhã, almoço e jantar; diltiazem 30 mg pela manhã, à tarde e à noite. Por fim, de forma irregular faz uso de formoterol/budesonida 12 mcg / 400 mcg, 1 a 2 aplicações inalatórias ao dia, e tiotrópio 2,5 mcg, uma aplicação inalatória uma vez ao dia. Sua pressão arterial encontrava-se em 180 x 100 mmHg. Alguns exames laboratoriais: ureia: 38 mg/dL, creatinina: 1,15 mg/dL. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta quanto à prescrição e meta a ser atingida.
Aumentar a dose da hidroclorotiazida/amilorida para 50 mg / 5 mg uma vez ao dia; meta da pressão arterial: 120 x 80 mmHg.
O diltiazem pode ser prescrito na dose de 60 mg pela manhã, à tarde e à noite; meta da pressão arterial: 140 x 80 mmHg.
Suspender os atuais anti-hipertensivos e prescrever atenolol 100 mg uma vez ao dia; meta da pressão arterial: 130 x 80 mmHg
Trocar os atuais anti-hipertensivos por enalapril 10 mg pela manhã e à noite; meta da pressão arterial: 120 x 80 mmHg.
Substituir o diltiazem por losartana 50 mg pela manhã; meta da pressão arterial: 140 x 80 mmHg.