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Sobre a avaliação cognitiva na pessoa idosa, não é correto afirmar:
O desempenho físico e social do idoso depende da integridade de suas funções cognitivas.
A perda de memória recente e a habilidade de cálculo são indicadores sensíveis de redução dessas funções.
A avaliação da perda de memória tardia é considerada como mais adequada, dado que a escolaridade pode influenciar na avaliação da habilidade de cálculo.
Sugere-se para uma primeira avaliação a realização do teste rápido, que consiste em solicitar à pessoa idosa que repita o nome dos objetos: Mesa, Maçã e Dinheiro. Após 3 minutos, pedir que os fale novamente. Se for incapaz de repeti-los, há necessidade de uma investigação mais aprofundada.
A avaliação cognitiva deve fazer parte da avaliação clínica, pois, auxilia na identificação das principais alterações na saúde mental das pessoas idosas.