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A incidência de epilepsia aumenta significativamente com o envelhecimento. Em relação ao diagnóstico e tratamento da epilepsia no idoso, podemos afirmar EXCETO:
A maior parte das epilepsias em idosos são associadas a causas secundárias como acidente vascular encefálico (AVE), doença de Alzheimer, trauma ou tumor intracraniano.
A lamotrigina deve ser evitada em pacientes idosos, já que ela tem impacto significativo na cognição.
O eletroencefalograma pode ser normal em cerca de metade dos idosos com epilepsia. Assim, um exame normal não exclui o diagnóstico de epilepsia.
O levetiracetam é um anticonvulsivante de amplo espectro, com farmacocinética, eficácia e tolerabilidade favoráveis para uso em idosos.